Desta união nasceu Luís Manuel de Magalhães Cirne, que herdou a Quinta de Cimo de Vila, a Quinta do Paço e os morgadios familiares. Figura de relevo regional, exerceu o cargo de Monteiro-Mor da Comarca de Penafiel, residindo na Quinta de Cimo de Vila, então sede principal da família.
Ao longo do século XVIII, a quinta afirmou-se como importante casa agrícola e senhorial, integrada numa estrutura de morgadio típica da pequena nobreza rural portuguesa. As suas terras estiveram ligadas à produção agrícola tradicional da região — vinho verde, milho e outros cultivos — desempenhando um papel relevante na vida económica e social local.
Hoje, a Quinta de Cimo de Vila permanece como testemunho da história rural e senhorial de Fonte Arcada, preservando a memória das famílias Magalhães Cirne e Ferraz da Rocha, cuja presença marcou profundamente esta região de Penafiel.